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Arquitetura Olímpica: Construções mais Altas e mais Fortes

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ÍNDICE
Sobre Esta Edição
Ideais Olímpicos e Realidades do Mundo
Administração de Esportes Olímpicos nos Estados Unidos
As Novidades nos Jogos de Pequim
De Espectadora a Campeã: Evolução do Papel da Mulher Olímpica
“Espírito em Movimento”
Arquitetura Olímpica: Construções mais Altas e mais Fortes
O Público nos Levantou
O Hino Nacional da Minha Pátria
Tudo o Mais Pára
Competir Sempre pelo Objetivo Maior
Perde-se Muito Antes de Chegar Lá
O Grande Clímax
Dando o Máximo
Percepção da Água
Os Competidores
Maratona Jornalística
O Maior Velocista Vira Pó
“Alguma Coisa Está Acontecendo na Vila Olímpica”
Recursos
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O mote olímpico é “mais rápido, mais alto, mais forte”. Normalmente um mantra para as aspirações dos atletas, o mote também poderia ser aplicado às cidades que recebem os Jogos. As cidades competem pela aprovação do Comitê Olímpico Internacional para sediar os Jogos porque a história provou que os eventos podem ser muito lucrativos, trazendo turistas e espectadores, televisionando a cidade e destacando suas atrações.

Quando uma cidade é escolhida para ser a sede das Olimpíadas, esteja certo de que construções importantes virão. Construir novas sedes esportivas e acomodações para os atletas, para a mídia e para os espectadores tornou-se parte do papel dos anfitriões para receber o mundo nesse evento realizado a cada quatro anos. Os melhores arquitetos do mundo competem para serem escolhidos e empregam as técnicas mais ousadas e inovadoras de sua época. As estruturas construídas passam a compor a linha do horizonte da cidade e tornam-se monumentos para aquelas duas semanas em que os olhos do mundo estão voltados para um único local. O Comitê Organizador de Pequim para os Jogos das XXIX Olimpíadas desempenhou seu papel nessa tradição construindo algumas novas instalações extraordinárias. Elas são mostradas nestas páginas juntamente com exemplos de proezas arquitetônicas realizadas por outras cidades olímpicas nas últimas décadas.